Vitamina D: a chave para uma saúde equilibrada 

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Você já sentiu um certo desanimo para se levantar da cama e realizar suas tarefas diárias?  Entre outros possíveis fatores – como melancolia, depressão, sobrecarga e estresse – isso pode acontecer pela falta de vitaminas em seu organismo, em especial, a Vitamina D.

Nesse sentido, ela também é conhecida como a Vitamina do Sol, afinal, essa é a principal fonte dela para o nosso corpo.

Apesar de ser essencial, a deficiência dessa vitamina é muito comum e precisa ser levada a sério. Sendo assim, vamos falar agora sobre como a Vitamina D atua em nosso organismo!

Para que serve a Vitamina D?

A principal função desse nutriente é auxiliar a absorção de cálcio, estando diretamente relacionada à saúde óssea, à força muscular e outros processos metabólicos.  Além disso, há estudos, que revelam uma possível relação entre o fluxo de vitamina D e a depressão, sendo assim uma grande aliada no equilíbrio psicoemocional

Consequentemente, essa vitamina está totalmente atrelada ao nosso nível de disposição e produtividade, sendo uma ótima fonte de energia para o nosso corpo.  

Deficiência de Vitamina D: principais sintomas

Não há um valor exato sobre os níveis necessários de vitamina D no organismo, afinal, isso vai depender de características mais específicas como faixa etária, peso e condicionamento físico.  

Entretanto, a deficiência dela pode acontecer pela falta de exposição solar e pelo tipo de alimentação, sendo os principais sintomas: 

  • Cansaço, fadiga e mal-estar frequentes; 
  • Imunidade baixa; 
  • Fraqueza ou dor nos ossos e músculos; 
  • Tonturas e dores de cabeça.   

Além disso, sua deficiência pode desenvolver problemas sérios de saúde como osteoporose, raquitismo, diabetes, hipertensão arterial, esclerose múltipla e depressão.  

E é possível ter excesso desse nutriente?

Sim, mas é bem difícil. Normalmente, acontece após alguns meses de suplementação exagerada, acima da dose diária recomendada.  

Em geral, afirma-se que os principais sintomas apresentados pelo excesso deste nutriente são: perda de apetite, náuseas e vômitos, fraqueza, nervosismo, anorexia e desidratação.  

Seu excesso, também pode aumentar a captação de cálcio pelo intestino afetando os rins, vasos sanguíneos, pulmões e coração.  

É válido ressaltar que cada caso é um caso, e que para se ter um diagnóstico com total certeza é necessário consultar um médico e realizar os procedimentos necessários para avaliação. Você pode, e deve, conhecer o seu corpo, mas evite sempre automedicação, procurando ajuda profissional.

Como verificar os níveis? 

Para conferir o nível de vitamina D em seu organismo, é necessário realizar um exame específico, também conhecido como Exame de Hidroxivitamina D, realizado através da coleta do sangue.  

Como ter uma quantidade equilibrada de vitamina D?  

A principal fonte de vitamina D é o sol, por isso recomenda-se tomar sol de 5 a 30 minutos por dia, preferencialmente antes das 10h ou após às 16h, horários com uma maior concentração de raios UVB, capazes de estimular a produção do nutriente.  

Mas lembre-se: uma grande exposição ao sol pode ser prejudicial, causando desidratação, dependendo da situação. Além disso, você sempre deve passar o protetor solar antes de se expor.

Outros pontos relevantes para levar em consideração no momento de tomar sol, é a estação do ano em que se está, e a localização geográfica da sua cidade. Tudo isso pode influenciar nos melhores horários e no período necessário de exposição.

No inverno  

Há regiões em que o inverno é intenso e longo, tornando a luz solar algo escasso, por isso sempre que possível, durante estes períodos, procure uma frestinha de sol para iluminar seu dia e aumentar sua energia vital.  

No verão  

É normal que pessoas procurem lugares com sombra ou ar-condicionado nesta estação, mas procure horários em que o sol esteja mais ameno para repor sua vitamina D e não prejudicar a sua saúde.  

A alimentação pode influenciar os níveis de vitamina D?

A alimentação é uma das nossas principais aliadas nos que diz respeito à saúde e bem-estar. Neste sentido, ela também está diretamente ligada ao fluxo de vitamina D em nosso organismo.  

Alimentos que ajudam a absorção de vitamina D:  

  • Leite e derivados;  
  • Ovos;  
  • Peixes como salmão, atum e sardinha; 
  • Bife de fígado;  
  • Cogumelos;  
  • Laranja.

Pessoas com alimentação vegetariana ou vegana estão propensas a terem deficiência de vitamina D, por isso é preciso atenção em dobro. Neste caso, e em outros que haja necessidade, é legal suplementar o organismo com cápsulas ou complexos de vitaminas que contenham vitamina D.  

Mas lembre-se, fale com um médico antes para que ele possa avaliar a quantia necessária para seu caso.  

Como a empresa pode ajudar? 

A empresa pode ser uma grande influente na conscientização sobre saúde mental e física para seus colaboradores.  

Pensando nisso, é possível realizar comunicações sobre a importância e benefícios de ter níveis equilibrados de vitamina D, incentivando 15 minutos de descanso para tomar sol e esticar o corpo.  

Além disso, é possível oferecer, ocasionalmente, refeições com os alimentos que contenham vitamina D, explicando sobre a necessidade de uma alimentação consciente.  

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Fonte: blog.conexasaude.com.br

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